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Biodiversidade: Ambiente Desejável!!!!!!

Biodiversidade: Ambiente Desejável!!!!!!
Lagoa Samuara - Caxias do Sul - RS - Brasil

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

"SISTEMAS AGROSILVIPASTORIL: BIODIVERSIDADE, FOTOSSÍNTESE, CICLAGEM DE NUTRENTES, FIXAÇÃO NITROGÊNIO E APORTE DE CARBONO NO SOLO."

















































Uma modalidade agrícola vem abrindo fronteiras na nova agricultura sustentável...neste caso os Sistemas Agrosilvipastoris são tecnologias de biodiversificação de espécies em determinadas áreas de cultivo, lembrando que geralmente no Sistema Agrosilvicultura fazemos a integração entre o cultivo de espécies silviculturais com cultivo de espécies agrícolas anuais ou perenes (fruticultura). O Sistema Silvipastoril é baseado na integração do silvocultivo com as pastagens e a criação de animais, principalmente bovinos, suínos, caprinos e ovinos. Mas Também, podemos relacionar todos estes cultivos (Agricultura, Silvicultura e Pecuária) num sistema denomidado AGROSILVIPASTORIL. Outras culturas podem também serem agregadas como a Apicultura (Polinização da Espécies Vegetais), Psicultura (Oxigenação Fontes de Água) e a Olericultura. São sistemas muito bem adaptados as pequenas propriedades rurais, onde há melhorias em todos os fatores de produção como renda, fertilização natural ou orgânica, controle biológico, entre outros.

Vale lembrar, que no caso da silvicultura, devemos preferencialmente optar por espécies nativas da região, pois já estão aclimatadas a todos fatores físicos, químicos e biológicos como clima, solo, ph, temperatura, índice de precipitação pluvial, altitude, recursos hídricos, pragas, doenças entre outros... e principalmente por resgatar a vegetação nativa do ambiente... todo o sistema biológico é regenerado. Atualmente diversas áreas gigantescas de nossa Floresta Amazônica estão sendo devastadas e degradadas para práticas monoculturais agrícolas, para produção de culturas anuais, como soja, milho, arroz, algodão, sorgo e pastagens para alimentação da bovinocultura intensiva (confinamento + silagem + ração) e extensiva (pastagem).

Com todas estas depredações ao ambiente natural da Amazônia estamos diminuindo as áreas verdes de florestas nativas, a evapotranspiração, a umidade dos solos, o ambiente florestal, a fotossíntese das plantas e algas, a produção de oxigênio e água resultantes, a biodiversidade dos locais de mata extintos, o controle biológico, a regeneração, perpetuação e diversidade das espécies estão sendo reduzidos a níveis máximos.
O equilíbrio em regiões nativas de mata e a biodiversidade são fatores extremamente importantes até mesmo as consequências do aquecimento global, falta de controle biológico no número de espécies como insetos e redução de espécies como o Martim-pescador que são aves potencialmente ameaçadas de extinção pela redução do habitat, poluição dos rios e envenenamento por pesticidas.

Fator este último que está diretamente ligado a agricultura e a degradação do ambiente, pois se tratando a abertura de clareiras na Região Amazônica para cultivo e pecuária está desde já integrando as políticas de aplicação de pesticidas para controle de pragas e doenças que aumentam sua concetração devido a falta de diversidade, controle biológico, falta de alimento e monocultivo exagerado.

Devemos manter o ambiente inerte de aplicação e poluição dos pesticidas agrícolas, pois além de contaminar o ambiente, reduzir a biodiversidade, são agentes importantes a sintetização de potenciais mutágenos e neoplásicos no ambiente através de alimentos, animais e até mesmo neoplasia humana (câncer de pele, intestino, fígado entre outros orgãos).
A mutagênese é uma área da biologia, mais precisamente da genética que estuda os potenciais mutágenos através de testes in vitro e in vivo de bactérias, animais, como também vegetais para estudo científico e comparação das substâncias através do controle negativo e positivo de potenciais mutágenos no ambiente, natureza e seres humanos. Ou seja, identifica potenciais mutágenos a serem estudados cientificamente dentro das espécies.

Outro fator importante são as madereiras que fazem a combustão do material derivado da devastação florestal, com objetivo de obter carvão ou alimentação energética. Em consequência, a queima da madeira libera Carbono através do CO2 na atmosfera e principalmente METANO, que é ainda mais agressivo e agente do Aquecimento Global.


As alternativas para minimizar os impactos ambientais, sem reduzir a produção de alimentos, tão importantes ao combate a fome no mundo e nas desigualdades sociais , são inicialmente optar pelo equilíbrio natural do agrosistema ecológico, manter a vegetação nativa ou regenerar as espécies naturais de determinada região, procurar utilizar novas tecnologias como sistemas agropastoris, plantio direto, rotação de culturas, cobertura morta, adubação verde.
Recuperação de áreas degradadas física (estrutura, composição, textura), química (ph, CTC, nutrientes, minerais e poluentes) e biologicamente (biodiversidade de macro e micro organismos), minimizar utilização de pesticidas agrícolas, optar sempre que possível pela adubação orgânica que libera gradualmente os minerais para as plantas, pela introdução de nutrientes não mineriais pois estes são mais voláteis e tem pequeno ciclo ativo nos solos, pela incomporação da matéria-orgânica e pela fertilização gradual dos solos.

As leguminosas como feijão, soja, ervilha entre outras espécies, são muito importantes na fixação natural de Nitrogênio no solo através da simbiose de bactérias (rizóbios) do solo e nódulos inoculados nas raízes destas espécies vegetais. É muito interessante e rentável este processo de fixação de Nitrogênio se tratando pelo valor que a Uréia alcança nos custos de produção agrícola. É uma técnica natural que melhora a estrutura e fertilidade dos solos.

A fruticultura pode ser uma forte aliada ao sistema agropastoril beneficiando a presença de aves e insetos, como as abehas, para disseminação das sementes e reprodução das espécies. Vale lembrar que num processo agrosilvopastoril as abelhas são muito importantes para realizar a fecundação assexuada das diferentes espécies vegetais nas épocas de florescimento destas.

O aporte de Carbono é realizado por qualquer espécie vegetal, pois através da fotossíntese, que é o processo realizado por seres autotróficos, ou seja, produzem seu próprio alimento, no caso todos os vegetais, onde retiram Carbono, do Dióxido de Carbono (CO2) ligado numa reação química com a Água (H2O), para formar a Glicose (C6H12O6) que é armazenada como fonte de energia para planta, adiciona Oxigênio (O2) na atmosfera e libera água ao ambiente através do orvalho produzido pela respiração celular das plantas... Através da Equação Geral da Fotossíntese podemos verificar a formação da Glicose:


FOTOSSÍNTESE: FORMAÇÃO DA GLICOSE

12H2O + 6 CO2 --------> 6 O2 + C6H12O6 + 6 H2O


ÁGUA + DIÓXIDO DE CARBONO -----> OXIGÊNIO + GLICOSE + ÁGUA


A ciclagem dos nutrientes pode ser observada através da integração de culturas de espécies de porte baixo, raízes superficiais e outras de porte alto e raízes profundas.
Estas últimas tem a capacidade de buscar através do grande tamanho das raízes, penetrar em profundidade alta nos solos e extrair para superfície maior quantidade de nutrientes e minerais essenciais ao desenvolvimento das culturas anuais e perenes. Todo o composto ou material morto que cobre a camada do solo é transformado em adubo orgânico através dos microorganismos e as plantas absorvem novamente através das raízes.

A existência de cobertura vegetal, por mais que seja uma cultura invasora é muito importante ao solo, pois faz toda a proteção contra os diferentes tipos de erosão, principalmente a redução ou amortecimento da energia cinética provenientes da chuva e carregadas nas partículas de água no momento do choque entre a partícula e o solo, onde é carreado muita quantidade do mesmo para as fontes de água, caracterizando o tipo mais simples de erosão hídrica, laminar ou em sulcos, posteriormente formação de voçorocas.

O cultivo convencional de aragem e gradagem está sendo extinguido gradualmente, pois favorece a queima dos nutrientes mais essenciais e presentes em maior quantidade no Horizonte A do solos (camada superficial do solo), como também afeta diretamente na estrutura do solo, biodiversidade, redução de nutrientes, monocultura, extinção do controle biológico, espécies nativas, fertilidade, ph entre outras características químicas, físicas e biológicas do ambiente.

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